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Bom fim-de-semana

por Maria Rita, em 27.12.13

 

 

 
 
 
 
 

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publicado às 16:35

Censura!

por Maria Rita, em 27.12.13

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 16:06

Bon appétit!

por Maria Rita, em 27.12.13

 

 
 

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publicado às 12:51

O vento circula pelo interior das artérias.

por Maria Rita, em 27.12.13

 

 

Poderia ser aqui o começo do amor, mas são horas de profundo abandono. São horas em que o mar se confunde na vertigem do coração. De resto já não há sinais de tua passagem. Eclipsaram-se quando as mãos se pousaram no rosto.

 

Desejaria esboçar um auto-retrato, mas não consigo. O corpo paralisou-se-me no início da memória. Perdi-me no tempo incerto dos berlindes, dos passeios para apanhar búzios. Perdi-me no momento em que a infância me abandonou.

 
Na boca esta flor de saliva reencontra um novo sentido para a fala. A vida, a humidade latejante do tempo sobre os lábios silenciados. Nada, absolutamente nada é capaz de me tornar cúmplice do riso. Calei-me quando percebi que a escrita era um vício. O único vício suportável é esta travessia de areias que me conduzem para lá da fixidez do olhar. Uma tâmara cai, adoça a linha sinuosa do destino.
 
O vento parou debaixo dos dedos. O vento circula pelo interior das artérias. O olhar solidificou-se no açúcar da tâmara, e o deserto surge, agora, na frescura doutro distante rosto.
 
Assim prossigo caminho pelas fronteiras do eterno relógio, assim me vou esquecendo da vida ao tactear a urgência das veias. Hesito, recuo, pondero a situação, mas nenhum grito me detém.

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publicado às 11:33

Bom dia!

por Maria Rita, em 27.12.13

 

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publicado às 09:30

Ooh La La

por Maria Rita, em 26.12.13

 

 

 

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publicado às 21:46

Sozinho com o sono do condenado à morte.

por Maria Rita, em 26.12.13

  

 

 

 

  

 

Sozinho levantado. Sozinho sentado. Sozinho deitado.

 

Sozinho na velocidade que não existe, no minuto que não existe, no espaço que não existe, no tempo que não existe, na eternidade que não existe, no nada que não existe, no vazio cheio de lama.

 

Sozinho num bloco de quartzo ignóbil, num icebergue em viagem. Sozinho com a solidão que não é só uma. Com a lua que foi sem ser.

 

Com os seus passos que não existem.

 

Com este tição que se devora e arde ao meio e se devora e arde num sonho que nem sequer é um sonho. 

Sozinho com o sono do condenado à morte.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 16:59

Eu tenho 3 amores!

por Maria Rita, em 26.12.13

 

 

 

 

 

 

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publicado às 13:57

Bom dia!

por Maria Rita, em 26.12.13

 

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publicado às 10:15

Até para o Ano, foi um gosto conhece-lo!

por Maria Rita, em 25.12.13

 

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publicado às 19:49




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