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Tricky question

07.07.14

 

 

 

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Essa é a natureza da pele.

07.07.14

 

 

As razões não são simples e são demasiado íntimas. Não tenho de dá-las. Talvez seja necessário ser eu, estar no meu lugar e ter o meu nome para entendê-las por completo. Essa é a natureza da pele. Para nós próprios, a pele é aquilo que nos protege, a fronteira entre a nossa presença e o mundo físico, o aparelho sensível que capta a percepção daquilo com que interagimos. Para os outros, essa mesma pele é a nossa superfície, a aparência. E, já se sabe, a aparência é tão enganadora, a superfície é tão superficial.

 

 

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Bom dia!

07.07.14

 

 

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(im)Perfeita (im)Perfeição

06.07.14

 

 

 

 

 

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Talvez seja necessário abandonar tudo.

06.07.14

 

 

As linguagens pesadas tropeçam nas suas consoantes, nas sílabas, como um cego tropeça nos móveis de um quarto desconhecido. Já não pretendemos falar todas as línguas. As palavras encontram-se além, sempre além, e é preciso apanhá-las depressa. As vogais que soam, ressoam.

 

Talvez seja necessário abandonar tudo. Abandonar tudo isso, os adornos medíocres, as máscaras, os anéis, os cintos coleccionados, tudo isso com que nos ataviaram. Desejaríamos acreditar que eram só palavras, as mais inconsistentes. Se quiséssemos, apagar-se-iam, as palavras que diziam que, que acreditavam que... Se julgavam, elas, não as julgaríamos nós, um dia?

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That girl

05.07.14

 

 

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Mom always said

05.07.14

 

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O fim de uma viagem é apenas o começo de outra.

05.07.14

 

 

A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse:
“Não há mais o que ver”, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre.

 

 

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Low rising

03.07.14

 

 

 

 

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Home sweet

02.07.14

 

 

 

 

 

Bom dia!

 

 

 

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